Functional JavaScript: forEach, map and reduce

Today, JavaScript is one of the most popular programming languages. Over time it has evolved and allowed to us build rich web applications and from a few years ago server applications also. However, writing code in JavaScript requires some attention, since the code could turn very messy easily. Functional Programming does not solve this problem at all, it is more an paradigm of writing code. It doesn’t tell you how do you structure your project as the popular frameworks like Angular or Vue.js.

This article is only about Functional Programming, I hope in the future to bring other articles about JavaScript and JavaScript Frameworks.

Now, let’s see some application of functional programming on JavaScript.

Considering the variable products that contains the properties name and cost:

var products = [
 {
  name: 'Juice',
  cost: 4.2
 },
 {
  name: 'Rice',
  cost: 2
 },
 {
  name: 'Cookies',
  cost: 11.99
 }
];

To print the description of all products on browser console we can build an function like this:

function logProducts(products){
 for (var i = 0; i < products.length; i++){
  console.log('product: ' + products[i].name);
 }
}

This function makes an interaction through the list of products with for instruction to show the description of each product.

We can also specify the same behaviour with the follow function:

var logProducts = function(products){
 for (var i = 0; i < products.length; i++){
  console.log('product:' + products[i].name);
 }
}

The difference now is that we haver an variable that contain an function (logProducts).

Let’s get more advantage from functions associated to variables:


var logProducts = function(products){
 for (var i = 0; i < products.length; i++){
  console.log('product: ' + products[i].name);
 }
}

var doSomethingWithProducts = function(products, doSomething){
 doSomething(products);
}

//execute
doSomethingWithProducts(products, logProducts);

The code was changed a little. Yet, Even in terms of behaviour nothing changes. The main difference is on pass of the function “logProducts” as a parameter to “doSomethingWithProducts”. It doesn’t look very useful at the moment, but is this functionality that allows to JavaScript apply the principals of functional programming.

To show the name of all products we had to create a for instruction and a variable to control the iteration (based on imperative programming).
However, if we use the forEach function we can simplify the code:

var logProductName = function(product){
 console.log('product: ' + product.name);
}

products.forEach(logProductName);

Now we can see some advantages. The code is more clean and we do not need an auxiliary variable to iterate through the products.

And if we want to get the total cost of the products?

var sum = function(a, b) {
 return a + b.cost;
}

var total = products.reduce(sum, 0);

The reduce function returns only one value. The return is the accumulated result of the last call of the function “sum”.

Using other example, imagine that we need to get the element object for each identifier.
Let’s take a look on the follow code using imperative programming:

var ids = ['products','basket','categories'];

var listOfElements = [];
for (var i = 0; i < ids.length; i++){
 var el = document.getElementById(ids[i]);
 listOfElements.push(el);
}

Now the same behaviour using Map function:

var getElement = function(id){
 return document.getElementById(id);
}

var listOfElements = ids.map(getElement);

This “way” of programming requires some practice but in my opinion it allows to have more clean code and more adapted to the functionality that as consequence is more comprehensive.

This article was an little introduction to functional programming using the ForEach, Reduce and Map functions.

Progressive Web Apps (PWA’s)

As mobile stores, como a App Store ou Google Play, foi a forma que encontraram para centralizar todas as aplicações móveis de forma a ser mais fácil ao utilizador encontrar as apps que deseja instalar no seu dispositivo. A Apple e a Google aproveitaram estas stores como oportunidades de negócio. No entanto, com o tempo, a tecnologia evolui e/ou muda de paradigma e com isto os grandes players têm de se reinventar.

As apps apareceram com o intuito de acrescentar funcionalidades aos telefones móveis. Comparando com um simples website, a grande vantagem das apps é uma melhor experiência de utilização e acesso próximo ao hardware do dispositivo (GPS, NFC, Bluetooth, Acelerómetro, etc).
Entretanto os browsers evoluíram nos últimos anos e com o crescimento das frameworks e bibliotecas de javascript as aplicações web estão cada vez mais ricas!

É neste contexto que aparecem as Progressive Web Apps (PWA’s) que de uma forma muito resumida juntam às aplicações web funcionalidades do mobile.

As Progressive Web Apps poderão ser a próxima grande tendência no mundo do desenvolvimento Web. Este conceito pode redefinir a forma como utilizamos as apps no mobile e a forma como navegamos na web!

Principais Vantagens

Nos dias de hoje uma empresa que pretenda oferecer uma solução de software completa, tem de se preocupar com uma versão para iOS, Android e web. Para além disto, é preciso desenvolver toda a componente de servidor e por vezes adaptar as suas API’s para cada cliente (mobile e web). Nesta situação, as empresas têm de investir na contratação de técnicos especializados para cada tipo de tecnologia, o que torna o esforço financeiro gigantesco! As PWA’s podem minimizar este problema, visto que consistem numa só app adaptável a qualquer dispositivo. Comporta-se como um “site” e como uma app ao mesmo tempo. Assim é possível ter uma só equipa especializada para desenvolver o front-end da solução.

Outra vantagem é justificada pelo facto de que todo o processo de instalar uma app faz com que o utilizador tenha de executar alguns passos até a começar a usar. Todas estas etapas fazem perder utilizadores. Every Step Costs You 20% of Users
Com as PWA’s, o acesso é instantâneo, é como se fosse uma página web, logo não precisamos de aceder à App Store ou Google Play. Além disso, não precisamos de nos preocupar com atualizações de cada aplicação.

Hoje, um utilizador visita em média cerca de 100 sites únicos por mês, mas gasta 10 vezes menos tempo num site do que numa app, por sua vez, o tempo gasto nas apps é feito apenas nas mesmas 3 ou 4 apps.
As PWA’s tentam juntar o melhor dos dois mundos, utilizadores a gastar mais tempo na aplicação (tal como nas apps mobile) e acesso facilitado a mais aplicações (tal como os tradicionais sites).

Service Worker

Em termos técnicos o que mais marca neste novo padrão de desenvolvimento é o papel do Service Worker.

PWA Architecture
Arquitetura Progressive Web App

Tecnicamente o Service Worker consiste num script de Javascript que é executado em segundo plano no cliente (browser). Desta forma será possível efetuar sincronizações com o servidor ou lançar notificações para o cliente de forma independente da navegação do utilizador. Com este serviço será possível gerir também a cache da aplicação. Ao executar a aplicação, o Service Worker pode carregar a informação direta da cache local em vez de efetuar sempre o pedido a servidor como numa página web vulgar. O programador pode agora definir mais autonomia no cliente minimizando  os pedidos ao servidor. “O carregamento da aplicação poderá ser quase instantâneo tal como uma app nativa!”

Atualmente nem todos os browsers suportam Service Worker. No entanto, tudo indica que se trata de uma questão de tempo. O Chrome, Firefox ou Opera são alguns dos browsers que já suportam esta tecnologia. O suporte para Edge da Microsoft está em desenvolvimento e já existem alguns indícios de que a Apple suporte a tecnologia no Safari.

Características

Algumas características das PWA’s são:

  • Compatíveis com qualquer dispositivo. Seja ele qual for! (desde que seja num browser compatível e a aplicação esteja bem implementada)
  • Rápido a carregar! (provavelmente no primeiro carregamento poderá ser um pouco mais lento se compararmos com uma aplicação nativa)
  • É responsivo e por isso adapta-se a qualquer ecrã.
  • Aspecto nativo. “Igual a uma app… num browser!
  • Não precisa de instalação. (Mas é possível adicionar um “link” ao home screen do smartphone, simulando o acesso às apps mobile atuais)
  • Funciona Off-Line! (Graças ao Service Worker)

Resistência à Mudança

Parece só haver vantagens com as PWA’s, mas para os mediadores de aplicações móveis pode não ser muito apetecível terminar com as suas lojas de aplicações. Nos dias de hoje, as stores trazem muito dinheiro à Google e Apple. Com as PWA’s vão ter de ser introduzidos novos modelos de negócio. Desta forma, parece-me ser uma contrariedade (pelo menos para a Apple), querer avançar para um suporte completo às PWA’s nos seus dispositivos móveis. Estou bastante curioso com a forma como o mercado vai evoluir neste campo…

Aplicações

Já existem muitas aplicações com tecnologia PWA. Alguns exemplos podem ser vistos neste link: https://pwa.rocks.

A Google atualmente disponibiliza um site que ajuda a compreender de uma forma mais detalhada as PWA’s. É interessante ver o investimento que a Google faz em tentar direcionar o mercado para este novo padrão, mesmo quando este parece ir contra a loja de aplicações do Android. Por outro lado, é mais uma aposta em serviços cloud (Firebase) para o deploy das PWA’s.


Pessoalmente, estou a ganhar imenso interesse nesta área. Gosto de estar atento ao progresso na web e sempre tive alguma curiosidade pelo mobile. Não aprofundei mais o mobile até aos dias de hoje porque se desenvolvesse uma aplicação, teria de lançar uma versão para o Android e outra para o iOS. Teria de investir muito tempo, e no fundo nunca seria suficientemente bom numa delas. Apesar de mais tarde descobrir soluções como Ionic, acabei por não ter oportunidade de investir  o tempo que desejaria neste tipo de frameworks.

Esta foi uma pequena introdução aos PWA’s. Espero que gostem!